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UniverCidade recebe profissionais da publicidade brasileira

 

Em palestra na UniverCidade para os alunos do curso de Publicidade, o diretor de criação do DPZ Rio Felipe Raposo, contou como funciona uma empresa de publicidade. Segundo ele, a fórmula básica é trabalhar para a mudança e ser diferente. O diretor do Festival Brasileiro de Publicidade Sérgio Glasberg, também esteve presente para relatar sobre a forma de mercado e como se encontra a publicidade atual.

 

Com o tema “Mamãe, quero ser um publicitário”, Felipe Raposo destacou os objetivos daqueles que pretendem ingressar na área de publicidade e qual foco devem seguir para trabalhar para grandes instituições. A DPZ foi responsável pela campanha de lançamento do Festival Brasileiro de Publicidade Rio 2009, que é uma iniciativa da ABP (Associação Brasileira de Propaganda). O mote “Idéias. As fortes não morrem” serviu para explorar a importância do processo criativo das campanhas publicitárias.

 

O Festival Brasileiro de Publicidade aconteceu entre os dias 14 e 16 de setembro no Copacabana Palace, a novidade do festival foi o concurso cultural universitário que teve a participação de faculdades de todo o país e seu objetivo é abrir portas para os universitários no mercado publicitário.

 

Kátia Viola fala sobre os novos caminhos da publicidade Brasileira

 

O publicitário quando fazia o comercial ditava o que era bom e o que não era bom para o consumidor. Havia menos meios de comunicação, era impossível errar em qual meio deveria divulgar o anúncio. O mercado era simples, havia menos consumidores, assim era mais fácil chegar até o nicho que você queria atingir.

 

Atualmente esse cenário não é o mesmo, “quem diz a verdade sobre as marcas os produtos, os tecidos, é o próprio consumidor. Ele entra na rede social e vai dar a sua opinião, pode destruir uma marca ou pode ajudar a construí-la também. E os anunciantes que não estiverem entendendo isso ficam de fora”, explica Katia Viola, publicitária e diretora do GAP (Grupo de Atendimento e Planejamento do Rio de Janeiro).

 

Segundo Kátia, o consumidor hoje não é ingênuo ao ponto de não saber o que é uma propaganda. Atualmente, o processo de comunicação é muito mais complexo do que era antes. Há menos verba e mais necessidade de ampliar a publicidade para todos os caminhos possíveis.

 

 

 

Thaisa   Luana Rodrigues
 
Katia Viola, diretora do GAP   Benedito Catanhede - coordenador do curso de Publicidade e Propaganda; Sergio Glasberg e Felipe Raposo
Luana Rodrigues
Platéia do evento

 


 
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