
A iniciativa surgiu em 1998 como
conseqüência da descoberta no Recreio dos Bandeirantes
de um exemplar raro de borboleta, a Parides Ascanius,
espécie em extinção. Na região,
foi criado, então, um borboletário com espécies
raras. Um grande viveiro que estimula a consciência ambiental
e o lazer ecológico na população. Depois
do berçário, que abrigava cerca de 300 lagartas
da espécie Parides ascanius, professores e alunos de
Biologia conseguiram colocar e manter no borboletário
a Aristolochia macroura, planta que serve de alimento para à rara
borboleta. O borboletário é uma grande aquisição
par a acidade do Rio de Janeiro porque indica a qualidade do
meio ambiente.
Hoje, o espaço, que já tem condições
de criar o inseto em suas três fases – ovo, lagarta
e borboleta –, é aberto ao público e os
visitantes são recebidos com palestras e aulas. A Unidade
Recreio, que abriga o borboletário, fica na Estrada
do Rio Morto, 555 - Vargem Grande.
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